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A actividade física na população idosa: efeitos da actividade física não formal...

Autor(es): Paulo, Rui Miguel Duarte cv logo 1

Data: 2010

Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.11/779

Origem: Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco

Assunto(s): Idoso; Envelhecimento; Sedentarismo; Actividade física; Actividade física não formal; Capacidade funcional; Índice de Massa Corporal (IMC)


Descrição
Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco, com vista à obtenção do grau de Mestre em Actividade Física, na Especialidade de Gerontomotricidade. Objectivos: O objectivo do estudo foi verificar qual a capacidade funcional e a composição corporal (IMC) da população idosa sedentária e com prática de actividade física formal e não formal. Metodologia: Foi aplicado o questionário internacional de actividade física (IPAQ) para a construção da amostra, composta por 90 indivíduos idosos (idade, 75 ± 8 anos). A amostra foi dividida em três grupos, o grupo de controlo (GC) constituído por 26 idosos (média ± DP; Idade, 75 ± 8 anos; Altura, 156 ± 8 cm; Massa corporal, 76 ± 14 Kg; IMC, 31 ± 5; 19 ♀ e 7 ♂ ) sedentários; O grupo experimental 1 (GE1) constituído por 26 idosos (Idade, 73 ± 6 anos; Altura, 157 ± 6 cm; Massa corporal, 70 ± 8 Kg; IMC, 28 ± 4; 23 ♀ e 3 ♂) praticantes de actividade física não formal (e.g. frequentadores habituais de caminhadas), e o grupo experimental 2 (GE2) constituído por 38 idosos (Idade, 76 ± 9 anos; Altura, 156 ± 8 cm; Massa corporal, 64 ± 9 Kg; IMC, 26 ± 3; 30 ♀ e 8 ♂) praticantes de sessões de exercício supervisionado e com objectivos quanto à intensidade e tipo de exercício. A capacidade funcional foi avaliada através da bateria de testes de Rikli e Jones (1999), com avaliações de força e resistência de membros inferiores (levantar e sentar na cadeira), força e resistência de membros superiores (flexão do antebraço), flexão de membros inferiores (sentado, alcançar os membros inferiores com as mãos), mobilidade física – velocidade, agilidade e equilíbrio (levantar, caminhar 2,44m e voltar a sentar), flexibilidade dos membros superiores (alcançar atrás das costas com as mãos) e resistência aeróbia (andar seis minutos) e o IMC através de medidas antropométricas. Resultados: Os indivíduos do GE2 obtiveram resultados significativamente (p≤0,05) melhores em todos os testes (IMC – 26,02±2,98; Levantar e sentar na cadeira – 17,79±3,23 repetições; Flexão do antebraço – 18,47±4,37 repetições; Levantar, caminhar 2,44m e voltar a sentar – 5,62±1,14 segundos; Alcançar atrás das costas – 2,37±5,25 cm; Sentado e alcançar – 0,53±5,49 cm; Andar 6 minutos – 576,18±53,62 metros) comparativamente ao GC. O GE1 obteve resultados significativamente (p≤0,05) melhores nos testes de levantar e sentar da cadeira (15,54±2,35 repetições), flexão do antebraço (17,08±2,53 repetições), levantar-caminhar 2,44m e voltar a sentar (5,99±0,93 segundos) e no teste andar seis minutos (516,31±66,67 metros), comparativamente ao GC. Conclusão: Concluiu-se que a prática de sessões de exercício supervisionado e com objectivos quanto à intensidade e tipo de exercício, contribui para a melhoria da capacidade funcional e IMC da população idosa.
Tipo de Documento Dissertação de Mestrado
Idioma Português
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